+55 (21) 2279-4504
mbaraka@mbaraka.com.br
Rua Bento Lisboa 170A — Catete
CEP: 22221-011 | Rio de Janeiro

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Cultura & Entretenimento

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IDEALIZADO POR ISABEL SEIXAS E DIOGO REZENDE, A M’BARAKÁ (UM-BA-RA-KA) É UM ESTÚDIO DE CRIAÇÃO DE PROJETOS DE CULTURA E DESIGN. TEMOS COMO PRIORIDADE DESENVOLVER EXPERIÊNCIAS RELEVANTES COM EXCELÊNCIA.


O estúdio aposta em pesquisa de arte e conteúdo, somando visão estratégica à criação de projetos artísticos e de entretenimento que gerem conhecimento para o público e valor para os parceiros envolvidos. Idealizamos e realizamos projetos de exposições, festivais e mostras e prestamos consultoria de design, cenografia e expografia para projetos do segmento de cultura e entretenimento.

Isabel e Diogo são os sócios fundadores e a essência do estúdio há oito anos. Diogo é designer, formado pela Escola de Belas Artes da UFRJ e especializado em branding cultural e design de exposições, e Isabel Seixas é formada em produção cultural na UFF e expert na criação e curadoria de projetos, acreditando ser o papel do fomentador de cultura pensar formas criativas de impactar o público através da arte. Desde de 2013 a sociedade ganhou o reforço da economista social e pesquisadora Larissa Victorio.


Acreditamos em pesquisa, criatividade e inovação nos formatos de produção cultural, na excelência de arte e design e na parceria estratégica com marcas e instituições para a fruição das artes e geração de valor para sociedade e parceiros.
 

Equipe

Isabel Seixas

Sócia-Fundadora

e-mail
Diogo Rezende

Sócio-Fundador

e-mail
Larissa Victorio

Sócia e Gestora

e-mail
Ana Fonseca

Coordenadora de Produção

e-mail
Mariana Solis

Designer

e-mail
Beatriz Araujo

Gestora de Patrocínio

e-mail
Pedro Leobons

Designer

e-mail
Letícia Stallone

Pesquisadora de Conteúdo

e-mail
Monica Alves

Auxiliar de Escritório

e-mail
Rafael Santos

Assistente Administrativo

e-mail
Beatriz Novellino

Assistente de Produção

e-mail

Clipping

P: Qual a origem do nome M’Baraká (UM-BA-RA-KA)?

R:

É uma palavra de origem indígena, que significa literalmente o som da maraca (espécie de chocalho feito de caçamba). Na mitologia Tupi representa a gênese.

P: Vocês desenvolvem projetos para agências de publicidade?

R:

Nos primeiros anos da M’Baraká, trabalhamos muito com agências de publicidade. Hoje em dia procuramos nos envolver em projetos que nos deem mais liberdade de criação e isso excluiu processos de concorrências criativas com prazos hiperapertados. Isso porque cada vez mais damos valor ao tempo de pesquisa, conceituação e direção de arte em nossos projetos, de clientes ou de parceiros. Mas, claro, reconhecemos que muitas agências de publicidade estão interessadas no desenvolvimento de projetos de caráter cultural para seus clientes, direção de arte e design mais autoral, ou criação de conteúdos para eventos, e, nesses casos, temos imenso prazer em colaborar. Sabemos identificar valores, conteúdos e linguagens artísticas que fortaleçam expressões de marca e também criar a embalagem adequada para cada caso. Único ponto indispensável: nosso estúdio preza pela qualidade no que faz. E para tal, um tempo realista é imprescindível.

P: Vocês só trabalham com patrocínios? O que vocês acham das leis de incentivo?

R:

Como a maioria das produtoras culturais no Brasil, trabalhamos prioritariamente com patrocínios via lei de incentivo. No entanto, percebemos que existem iniciativas privadas que já investem em cultura com recursos próprios. Temos todo conhecimento das diversas leis de incentivo, no entanto, acreditamos que as leis não podem se tornar um vício de mercado, nem um mecanismo exclusivo. É um longo caminho até que as marcas, no Brasil, vejam a arte e a cultura como importantes agentes na relação com a sociedade, mas acreditamos que, acompanhando as políticas públicas e apresentando resultados a investidores, podemos mudar essa realidade e sonhar com um tempo em que a arte e a cultura sejam vistas como verdadeira prioridade na relação com a sociedade.

P: O estúdio tem atuação fora do Brasil?

R:

Esse é um projeto que estamos implementando para se realizar a médio prazo. Queremos circular com alguns projetos fora do Brasil daqui a no máximo dois anos e também trazer projetos de fora para o Brasil. Estamos em busca de parcerias internacionais para tal.

P: Como vocês trabalham junto com artistas?

R:

Trabalhar com artistas é a essência do nosso fazer. Para nós é importante, sempre que possível, estabelecer o maior grau de diálogo entre o trabalho do artista e o projeto ou curadoria específicos que estamos desenvolvendo no momento. Não trabalhamos agenciando artistas (músicos, artistas visuais, atores etc.) nem somos uma galeria de arte. Nosso objetivo é contextualizar obras e trabalhos artísticos dentro de projetos, sempre preocupados com a qualidade da apresentação da obra e sua contextualização, buscando ao máximo provocar experiências sensoriais no público.

P: Como eu faço para apresentar meu trabalho de arte para vocês?

R:

Manda um e-mail pra gente. Trabalhamos muito com equipes formatadas por projetos e estamos sempre abertos a conhecer novos produtores, fornecedores, artistas e designers e outros membros da nossa cadeia produtiva. Se a gente não tiver num momento de sufoco e, se “rolar um lance”, certamente chamaremos para um café na nossa M’Barakasa! Mande seu e-mail para mbaraka@mbaraka.com.br!

P: Por que vocês criaram o UMBARA-LAB, a M’Baraká já não é um estúdio de pesquisa e criação? O que vocês pretendem com o laboratório?

R:

Sim, nós nos vemos também como um estúdio de pesquisa e criação, mas nossas atividades diárias estão muito ligadas também ao planejamento estratégico e operacionalização de produções. Percebemos que precisávamos de um espaço paralelo para poder exercitar o aprofundamento conceitual em determinados assuntos e a experimentação estética. O Laboratório é uma forma de nos mantermos atualizados, é uma caixinha de novas possibilidades, de experimentação, renovação estética e aprofundamento de conteúdo, e que pretende nos dar mais tempo para trabalhar de forma inovadora, criativa, contemporânea. O Lab também está aberto para co-working e, em breve, investirá em auxiliar a formação de mais criativos preocupados com a relação cultura-design-estratégia, entendendo o Rio de Janeiro como um promissor pólo de renovação e fruição de cultura e design, que precisa de renovação e qualificação. Como uma paixão, o UMBARA-LAB é um dos maiores entusiasmos da M’Baraká.

P: Vocês estão familiarizados com o conceito de brand experience?

R:

Sim e não. Nós nascemos com a vontade de criar experiências. Nossa primeira assinatura de marca foi “experiências relevantes” e seguimos muito afinados com o conceito da expressão em nossa missão. Acreditamos que por intermédio da associação a experiências de conteúdo, empresas e marcas de diversos segmentos podem expor seus valores com relevância, ao mesmo tempo em que informam e transmitem conhecimento. Portanto, na nossa visão, experiência tem que ter conteúdo, pensado e estrategicamente alinhado a valores da marca. Se tiver só logo e grafismos de marca, não se efetiva na memória associativa do público-alvo.

P: Qual a missão e visão da M’Baraká?

R:

Missão: Promover experiências que gerem conhecimento e valor.
Visão: Ser percebida como uma empresa que tem como diferencial a articulação de saberes, pessoas, linguagens e estéticas, com o compromisso de oferecer à sociedade experiências múltiplas, ancoradas na diversidade cultural, nas artes, no design e na parceria com profissionais criativos e investidores.
 

P: Qual a relação entre cultura e design no estúdio? Como funciona no dia a dia?

R:

Cultura, enquanto conceito antropológico, engloba toda a representação material, imaterial, linguística, de comportamento e toda forma de expressividade e reconhecimento semiótico de um grupo. Cada vez mais global, mas sem dúvida ainda preservando peculiaridades locais, a cultura é o que, de fato, une um determinado grupo de pessoas. Seja no âmbito de projetos com conteúdos locais ou globais, o design auxilia enormemente a comunicação estratégica e adequada entre público-alvo e preceitos conceituais e artísticos do projeto. Design é uma importante parte da cultura material contemporânea. No dia a dia, dentro da M’Baraká a equipe de design é parte da equipe de criação e curadoria de alguns dos nossos projetos e não existe muita separação entre criação de projetos e criação de design, havendo uma grande sinergia entre curadores, idealizadores, artistas e designers. ESSA SINERGIA FAZ PARTE DO NOSSO DIFERENCIAL.

P: O que é design no contexto dos projetos da M’Baraká?

R:

Nós entendemos o design como um conceito de projeto de comunicação visual e espacial mais amplo. Trabalhamos de maneira multidisciplinar em design, misturando conceitos de design de produtos, de interface, design gráfico e design de ambientes, atendendo de maneira mais ampla às necessidades de comunicação de um projeto cultural. Quanto maior a complexidade de um projeto de design, maior a equipe de profissionais envolvidos: arquitetos, cenógrafos e programadores usualmente somam-se a equipe da casa.

P: No Projeto Virei Viral — e em muitos outros — vocês falam sobre Cultura Contemporânea. O que é contemporâneo para vocês?

R:

Para nós, o contemporâneo é tudo que dialoga com o tempo/espaço que vivemos. Um conteúdo histórico pode, sem dúvida, receber um tratamento contemporâneo. Para tal, usamos de interfaces criativas, dedicamos muito tempo a pesquisa, curadoria e direção de arte e estratégias de comunicação, para que haja uma verdadeira fruição do que propomos nos projetos. E acreditamos que só assim, falando a língua do nosso tempo, conectamos pessoas e conteúdos.

P: Como faço para encomendar uma instalação interativa?

R:

Nós não somos uma fábrica de instalações interativas. Não trabalhamos prioritariamente com instalações tecnológicas. A interatividade para nós é um conceito muito mais amplo, é possibilitar a fruição participativa de conteúdos, sensações e informações para o público. Isso pode se dar pela intervenção física em um espaço, pelos múltiplos recursos de design de interface e cenografia, e pela experimentação e cruzamento de linguagens e, às vezes, pela tecnologia. Liga pra gente e marca um café para entendermos melhor como podemos colaborar criativamente para desenvolver uma instalação adequada ao seu projeto.

P: A M’Baraká cria experiências de marca?

R:

Sim, desde que possamos estabelecer uma relação com conteúdos culturais e linguagens artísticas. Não fazemos eventos institucionais sem uma boa dose de marketing cultural ou de conteúdo. O que sabemos fazer é isso: associar estética, conteúdo, estratégia e primor na realização. Muitas marcas já entendem a importância desse “algo a mais”. Queremos fazer isso cada vez mais. Outra possibilidade é criar associações pertinentes entre os projetos do estúdio e o branding da empresa. Temos muitos projetos e, mais ainda, ideias e desejos de realização.

P: Qual seria, mais especificamente, este diferencial da M’Baraká?

R:

Em essência, o diferencial está na preocupação em sair do lugar comum em que se encontra a promoção da arte e da cultura, engessada em formatos antiquados e mecanismos viciados de atração do público e investidores. Acreditamos que, ao dar prioridade ao dueto “conteúdo e sua forma de expressão”, é possível criar novas formas de vivência das artes, do entretenimento e das experiências de marca. O trabalho com profissionais multidisciplinares nos garante um olhar mais abrangente, criativo e estratégico para nossos projetos. Em resumo, nosso diferencial está no cuidado com o conteúdo e inovação, no investimento em um processo próprio de pesquisa, na qualificação e diversidade de nossas parcerias, e na preocupação estratégica em colocar público e investidores em contato através dos projetos.

P: Vocês produzem projetos de terceiros?

R:

A princípio não, nosso estúdio não assume apenas a produção de um projeto. Contudo estamos abertos a parcerias de produção desde que prevejam interação na criação e que nos permitam exercer alguma das atividades que amamos fazer (e, por isso mesmo, é o que fazemos de melhor): direção de arte, pesquisa de conteúdo, curadoria e planejamento estratégico de comunicação.